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Seg., maio
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Mocímboa da Praia acredita que “acções dos terroristas” estão na fase final

Passados seis anos do primeiro ataque armado, Sérgio Domingos Cipriano, administrador do distrito de Mocímboa da Praia, acredita que as “acções dos terroristas” estão na fase final.
Mocímboa da Praia foi, a 05 de Outubro de 2017, o primeiro palco dos ataques terroristas em Cabo Delgado, norte de Moçambique.

Novos ataques "podem desestabilizar eleições"

Em entrevista à DW, o ativista Gafuro Manana alerta que os novos ataques em Cabo Delgado podem ser uma tentativa de colocar a região num "estado de sítio ou de alerta" e de desestabilizar o período eleitoral.
Depois de uma relativa acalmia, a província de Cabo Delgado voltou a ser palco de ataques de grupos extremistas. Mas o Governo entende que estes são protagonizados por insurgentes que estão em fuga das tropas moçambicanas e seus aliados

Previsível retirada da SAMIM provoca mal-estar

Representantes da sociedade civil moçambicana encaram a previsível retirada da missão SAMIM, que está em Cabo Delgado para apoiar as Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM), com algum ceticismo.
A SADC (Comunidade de Desenvolvimento da África Austral) propõe a extensão da Missão Militar da África Austral (SAMIM) por mais um ano, até 16 de julho de 2024, aconselhando, ao mesmo tempo, o início gradual da saída da SAMIM a partir

Divulgado relatório da Total sobre a situação de Cabo Delgado

Foi divulgado ontem o relatório elaborado a pedido da petrolífera francesa Total sobre a situação em Cabo Delgado, onde teve de interromper em 2021 o seu projecto de exploração de gás devido aos ataques terroristas vigentes desde 2017. Este documento relativamente optimista quando às possibilidades da Total retomar as suas actividades no extremo norte de Moçambique, dá conta de melhorias tanto na situação humanitária, como a nível da segurança.

Quase 820 mil pessoas continuam deslocadas

Mais de 400 mil pessoas vítimas dos ataques no norte de Moçambique nos últimos cinco anos já regressaram às zonas de origem, nomeadamente em Cabo Delgado, mas quase 820 mil continuam deslocados, segundo números oficiais.
De acordo com a mais recente atualização feita pelo Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD), divulgada rdta quinta-feira (10.08), "pelo menos 409.087 pessoas" regressaram às zonas de origem.

CIP denuncia exploração sexual de mulheres deslocadas

Há prostituição e exploração sexual de mulheres deslocadas de guerra na província moçambicana de Cabo Delgado por causa da extrema pobreza, denuncia o Centro de Integridade Pública.
Mulheres deslocadas envolveram-se na prostituição para sobreviver à extrema pobreza em algumas regiões de Cabo Delgado, província nortenha de Moçambique assolada pelo terrorismo. Entre elas, estão raparigas entre os 12 e os 17 anos

Reforço da segurança abre portas ao regresso a Cabo Delgado

Cada vez mais deslocados estão a regressar a Cabo Delgado. Voltam também algumas empresas que haviam suspendido as atividades devido às incursões terroristas. Regresso é acompanhado por escoltas na Nacional 380.

Com a melhoria do clima de segurança nas zonas alvo de incursões terroristas, houve um aumento da circulação de pessoas e veículos para a região norte da província de Cabo Delgado. Entre os viajantes estão deslocados que regressam a

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