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Dom., Jul.
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Depois da tempestade veio a bonança

Europeu
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A Alemanha vai poder continuar a perseguir o sonho do título em casa, depois da vitória sobre a Dinamarca, este sábado, em Dortmund, por 2-0. No entanto, a história do jogo foi tudo menos uma formalidade para a equipa de Julian Nagelsmann. Relâmpagos e equilíbrio Numa noite marcada pela interrupção da partida ao minuto 35 devido a uma tempestade que se abateu sobre o Westfalenstadion, os dinamarqueses venderam caro o adeus à

competição, provando que não estavam em Dortmund para ser um visitante subserviente. Até ao minuto 50, a vantagem podia ter caído para ambos os lados. A Alemanha entrou melhor e chegou mesmo a marcar, logo aos quatro minutos. Mas Michael Oliver, o inglês que arbitrou a partida, foi alertado para uma falta de Schlotterbeck que lhe abriu o espaço para finalizar de cabeça. Oliver e o VAR acabariam por ter uma noite repleta de decisões impactantes. Mas já lá vamos, aos minutos 50 e 53. Até lá, Kasper Schmeichel foi atormentando alemães a cada investida à sua área. Só na primeira parte, o guardião do Anderlecht assinou quatro defesas decisivas. À boa entrada alemã, o conjunto de Kasper Hjulmand respondeu com personalidade. Sem o sportinguista Morten Hjulmand, castigado, a Dinamarca contou com o benfiquista Alexander Bah no onze titular. Mas foi Rasmus Hojlund a ter as melhores oportunidades para os nórdicos, aos 42 e 45 minutos. Na primeira, o avançado do Manchester United quase aproveitou um erro grave de Schlotterbeck, na segunda viu Manuel Neuer ser «gigante», depois de uma bela jogada coletiva da Dinamarca. Num instante, tudo mudou E foi nesta toada que o minuto 50 chegou e, com ele, o momento decisivo da partida em Dortmund. Depois de Joachim Andersen ter feito aquele que parecia ser o 1-0 para os dinamarqueses, Michael Oliver foi chamado ao VAR. Dois minutos depois, a decisão: fora de jogo milimétrico de Delaney e, por isso, lance invalidado. No lance seguinte, Andersen confirmou o pesadelo: corte com a mão a cruzamento de David Raum. Nova intervenção do vídeo-árbitro e grande penalidade. Kai Havertz não falhou e a Alemanha chegava à vantagem. Com a sorte do jogo a cair para o seu lado, a equipa de Nagelsmann voltou a sentir-se mais confortável e podia ter ampliado pouco depois, mas Havertz, isolado, atirou ao lado. Quem não falhou foi Jamal Musiala, aos 68 minutos, depois de ter sido lançado em profundidade por Nico Schlotterbeck. O segundo golo alemão acabou por cortar a última linda de esperança à Dinamarca, que depois de ter competido durante largos períodos do jogo de igual para iguala acabou abalada na infeliciade dos dois lances no início da segunda parte.

 

 

 


Fonte:da Redação e da zerozero
Reeditado para:Noticias do Stop 2024
Outras fontes • AFP, AP, TASS, EBS
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